Caso o veículo não seja retirado dentro do prazo estabelecido, a Prefeitura, por meio da Agência Municipal de Trânsito e Transportes (AMTT), realizará a remoção. O automóvel será levado para o pátio de apreensões, e o proprietário passará a arcar com custos como guincho e diárias.
A ação está amparada pelo Código de Posturas do Município e tem como objetivo garantir a livre circulação dos pedestres, especialmente de pessoas com mobilidade reduzida, além de contribuir com a organização e estética da cidade. “As calçadas fazem parte do passeio público e devem estar desocupadas. Essa é uma ação que beneficia toda a população”, reforçou Eremilson.










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